Ponto Inicial

Porque se há um ponto final, porque nã... sabem que mais, esqueçam, isto tinha muito mais piada na minha cabeça. De qualquer forma, e para quem veio cá dar sem saber muito bem como (espero que não por questões do foro psiquiátrico), penso que uma breve introdução não será senão cortesia - o meu nome é João, e isto é um blog. O meu blog. Acho eu. A última vez que me meti em algo do género acabei por fazer o Voar em Terra, por isso não me vão apanhar com as mãos no fogo.

E este blog não tem título. Fosse eu mais dado à poesia, diria até que a ausência do título poderá ser compreendida como o título em si! Não? Não. Chamem-lhe falta de inspiração, preguiça, ou simplesmente sabe-se lá o quê, cada vez mais tem-se tornado difícil desencantar títulos decentes para as coisas. Para além do mais, quem é que disse, afirmou, ou declarou veementemente que tudo tem que ter um título? E por que motivo!?

Para ser mais fácil de identificar e memorizar?

Está bem, talvez tenha o seu quê de sentido.

Seja como for, não interessa, já está decidido, e o que está decidido está decidido. Aposto que um gnomo já apontou na sua caderneta que este blog não tem título e tudo, por isso - digamos que é o que é, e deixemos que o seja. Pelo menos por agora. Já disse que não me vão apanhar com as mãos no fogo por isto, não já?

Entretanto, estejam à vontade, arrastem uma cadeira, peçam um fino e um pires de tremoços ali ao António (o gnomo com a caderneta lá ao fundo a limpar as mesas), e fiquem para ver o que aí vem. Não sei bem o que será, mas aposto que vai valer a pena.

Quanto mais não seja, finos e tremoços valem sempre a pena.

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